Homenagem feita para EMERSON FITTIPALDI, entregamos uma capa de estepe personalizada ao campeão da fórmula 1

Neste mês de abril de 2010, entre os dias 17 e 21 nós participamos do 5º Salão do Carro e Acessórios no Expo Center Norte - São Paulo, nosso stand foi localizado em um local estratégico, em frente ao stand da Goodyear e também onde aconteceram programas ao vivo da Rádio Transamérica.

Anos atrás quando fabricávamos capas de estepe conseguimos inovar com a possibilidade de nossos clientes personalizarem suas capas de estepe, antigamente isso era praticamente impossível, dizemos "praticamente" pois havia uma possibilidade limitada e com alto preço, depois de estudos e vários testes de materiais conseguimos chegar a qualidade apresentada hoje aos nossos clientes, mas não paramos por aqui, estamos sempre em busca do melhor.

Aguardamos este importante evento para lançar duas novidades no mercado, como queremos sempre criar novidades colocamos a disposição de nossos clientes a opção de escolher a cor do material da banda de rodagem, porque sempre o material preto? Agora os clientes "MERCADORIANET" podem escolher a cor preferida que combine com a cor do veículo ou ainda com as cores da estampa da capa, acha que acabou por aqui? Engano!
Já que somos os pioneiros em personalização porque não estampar a banda de rodagem? Mais uma vez saimos na frente da concorrência e começamos a dar mais esta opção aos nossos clientes, só quem sabe cria tantas novidades!

Aproveitamos o evento para fazer uma homenagem ao campeão "Emerson Fittipaldi, preparamos uma linda capa de estepe e durante um programa que a Rádio Transamérica transmitia ao vivo do Salão do Carro e Acessórios entregamos ao Emerson que foi muito simpático e adorou o presente, agradeceu e elogiou o belo presente!

Visitem nosso stand no SALÃO DO CARRO E ACESSÓRIOS - 17 à 21 de abril / 2010


No final do ano passado (2009) a empresa MERCADORIANET tomou uma importante decisão de retornar sua produção para cidade de São Paulo, dez anos atrás, em 1999, por diversos motivos resolvemos sair de São Paulo nos instalando no sul da Bahia.

Os negócios foram tomando outros rumos e maiores proporções sendo necessário essa mudança, estamos sempre nos aperfeiçoando, fazendo pesquisas de materiais, sistemas de frete em busca de um melhor produto e atendimento aos nossos clientes.

Agora que retornamos para o "coração" do Brasil vamos mudar nossas políticas de vendas, queremos expandir e entrar com força total no mercado, já estamos negociando com alguns distribuidores, grandes lojas e algumas concessionárias.

Não poderíamos deixar esta oportunidade passar, estaremos presentes no Salão de Carros e Acessórios que será entre os dias 17 e 21 de abril 2010 - Expo Center Norte - São Paulo, maiores informações basta acessar o site: www.salaodeacessorios.com.br

Estamos com duas novidades para o lançamento no Salão, aguardamos as visitas de todos amigos e clientes.

Estamos à disposição para qualquer dúvida, sugestões e até críticas.

Abraços Octávio Augusto e equipe MERCADORIANET

(11) 6507-9966 / 3010-0323 / 2367-5683
MSN: mercadorianet@hotmail.com
e-mail: atendimento@mercadorianet.com.br
mercadorianet@yahoo.com.br
vendas@mercadorianet.com.br




Palavra de Campeão


Organizar o Salão de Acessórios sempre me entusiasma muito. A cada edição, o evento ganha uma dimensão maior, surgem mais empresas interessadas em expor seus produtos e suas soluções de em acessórios, personalização, performance. Desde 2005, quando aconteceu o primeiro salão, temos contado com a presença marcante de empresas de diversos tipos, incluindo desde pequenas oficinas voltadas à implantação de equipamentos especiais até grandes montadoras e fabricantes especializados nos mais diferentes acessórios automotivos.

Os cerca de 100 mil visitantes que visitarem o Salão de Carro e Acessórios neste ano terão uma rara oportunindade de ver no mesmo local as principais novidades em motor e performance, áudio e vídeo, rodas, instrumentos, pinturas especiais e iluminação.

O salão vai contribuir ainda mais para incentivar o desenvolvimento deste setor no Brasil. Diante do que tenho visto, participando e visitando os maiores eventos internacionais da área, os produtos e criações nacionais têm qualidade compativel com os mais conceituados fabricantes do exterior.

Vale ainda destacar que a criatividade brasileira é um diferencial adicional. Cada detalhe da organização é pensado e planejado minuciosamente. Estamos aprimorando o evento de modo que ele possa traduzir toda a maturidade que o mercado de equipamentos automotivos conquistou nesses últimos anos. O SEMA Show, a mais conceituada feira mundial da indústria de equipamentos e acessórios automotivos, que acontece anualmente nos Estados Unidos, é nosso parceiro desde o primeiro evento, e estará de novo participando com um estande próprio.

Ford EcoSport muda pouco, mas chega custando menos

ECO SPORT - 2011

Ford EcoSport 2011 começa a ser vendido na primeira quinzena de fevereiro

Ford EcoSport 2011 começa a ser vendido na primeira quinzena de fevereiro

O Ford EcoSport já chegou a 2011 com leves mudanças visuais na carroceria. É a segunda e última reforma de estilo que o jipinho recebe antes da chegada de sua segunda geração. Nesta atualização, as mudanças foram sutis. De relance, é até difícil notar o que mudou, pois a empresa direcionou poucos recursos para renovar a aparência do modelo. Os investimentos pesados já estão sendo aplicados no Eco completamente novo, que deve fazer sua estreia no final de 2012.

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Na dianteira, uma nova grade do radiador faz conjunto com a inscrição EcoSport estampada na borda do capô, realçando ainda mais o jeitão de Land Rover Freelander, traço que foi adotado na primeira reestilização, feita em outubro de 2007. Mas as semelhanças com o parente inglês terminam aqui. Está com dificuldades em ver onde estão as outras modificações? Repare no fundo escurecido do farol. As versões 4WD (dotada de tração nas quatro rodas) e Freestyle (a mais vendida), receberam uma máscara escurecida na peça.

Andando pelas laterais, nota-se novas rodas de 15 polegadas, um aplique de plástico maior nas portas, uma moldura contornando as beiradas do para-lamas e um rack longitudinal no teto, substituindo o anterior, instalado na transversal. A troca melhorou a aerodinâmica e, consequentemente, reduziu o nível de ruído, segundo a montadora.

Apliques plásticos nas portas, para-lamas e novas rodas marcam a lateral

Apliques plásticos nas portas, para-lamas e novas rodas marcam a lateral

Aliás, durante as apresentações da novidade, a Ford fez questão de enfocar a redução de barulho no interior, uma das principais reclamações dos clientes. “Desde o lançamento do EcoSport, já atingimos redução de 40% no nível de ruído interno”, diz Milton Lubraico, engenheiro-chefe da montadora. Em comparação com o EcoSport de 2003, realmente a melhora foi significativa, mas não tão grande quanto os executivos e engenheiros afirmam. Na prática, o motor 2.0 gosta de lembrar aos passageiros que está trabalhando duro debaixo do capô, sobretudo quando a rotação ultrapassa os 3.500 giros. O mesmo vale para os pneus de uso misto empregados nas versões Freestyle e 4WD. São confortáveis e, acredite, estáveis mesmo no asfalto, mas não são silenciosos. Já o propulsor 1.6 se manifesta menos e não atrapalha conversas, mesmo na estrada.

O câmbio não é tão macio quanto o de outros carros oferecidos pela empresa, como Ka, Fiesta e Focus, mas também agrada por ter engates precisos ? garantindo agilidade durante as trocas de marcha.

EcoSport 2011 (esq.) em comparação com a reestilização de 2007

EcoSport 2011 (esq.) em comparação com a reestilização de 2007 (Foto: Ulisses Cavalcante)

Nada mudou na mecânica. Permanecem os motores 1.6 e 2.0, ambos bicombustível, com opção de transmissão automática e tração nas quatro rodas para a opção mais forte. Enquanto o propulsor 1.6 desenvolve 107 cavalos (a 5.500 rpm) o 2.0 entrega 145 cv. Seu grande destaque, no entanto, é o torque de 19,4 kgfm, que garante boa dose de fôlego em subidas. O Eco 4WD representa apenas 5% das vendas do utilitário, mas é importante para a imagem do produto, definido como “aventureiro”, de acordo com Adriana Camadori, gerente de marketing da Ford.

As versões de acabamento continuam as mesmas (XL, XLS, XLT, equipadas com motor 1.6; Freestyle, XLT, XLT automático e 4WD, com propulsor 2.0). As duas motorizações são flex.

eco4A estratégia de lançamento do EcoSport 2011 incluiu uma ligeira redução nos preços sugeridos. A versão Freestyle 1.6, campeã de vendas, recebeu computador de bordo e comando do rádio atrás do volante em sua lista de itens de série e parte de R$ 57.190, quase R$ 1.500 a menos que o modelo 2010.

Todas as outras configurações também estão mais em conta na tabela, incluindo a mais barata, a XL 1.6, cujo preço inicial é R$ 49.900.

Interior teve mudanças no quadro de instrumentos e nos padrões de tecidos

Interior teve mudanças no quadro de instrumentos e nos padrões de tecidos

Até 2009 o Eco manteve-se sozinho no segmento que inaugurou. Ano passado o Chery Tiggo estreou no Brasil custando R$ 49.900, mas o chinês ainda não representa grandes ameaças. Para 2011 a Renault prepara o Duster, um jipinho romeno que será produzido na fábrica de São José dos Pinhais (PR). Por ora, os rivais continuam os mesmos, mas todos baseados em peruas, hatches ou monovolumes, como o Peugeot 207 Escapade, Volkswagen CrossFox e Fiat Idea Adventure. No ano que vem, a briga se acirra com o francês, que também terá opção de tração nas quatro rodas.

Iluminação branca do novo painel fica ligada o tempo todo, mesmo durante o dia

Iluminação branca do novo painel fica ligada o tempo todo, mesmo durante o dia

O Eco 2011 passa a contar com garantia de três anos. Quer dizer que, comprando um hoje, você terá cobertura de fábrica até a chegada de sua segunda geração. Basta manter-se fiel às revisões descritas no manual. Os preços de manutenção corriqueira, como trocas de óleos e filtros, têm preço tabelado.

Versão de 2003 (esq.) lado a lado com a modificação de 2007

Versão de 2003 (esq.) lado a lado com a modificação de 2007

* o jornalista viajou a convite da Ford


utor: Moriah Categorias: Ford, SUVs, Segredos-Flagras

30/07/2009

ford ecosport 2012 devera ter visual mais moderno e motores sigma Ford Ecosport 2012 deverá ter visual mais moderno e motores Sigma

A Ford está reservando grandes mudanças para um dos modelos de maior sucesso que a marca já vendeu aqui no Brasil, o utilitário Ecosport. A nova geração do Ecosport deverá chegar aqui em 2012.

Lançado em 2003, o Ecosport logo se tornou um sucesso de vendas ao aliar um visual de utilitário esportivo sob a plataforma de um carro compacto.

A estratégia de baixo custo deu certo e o modelo logo despontou como o modelo de maior sucesso no segmento. De lá para cá, o Ecosport passou apenas por uma mudança estética em seu visual, mas isso não deverá mantê-lo no topo por muito tempo.

Novos concorrentes estão surgindo ou sendo prometidos para enfrentá-lo e a Ford sabe que uma nova geração terá de superar a atual em muitos quesitos, inclusive os dos concorrentes para se manter líder.

Segundo fontes da Revista Carro, o Novo Ecosport irá surpreender o mercado e terá um visual mais moderno, cuja característica será a ampliação do seu porte, sendo comparado a utilitários maiores.

O projeto foi batizado de B515 pela Ford e o modelo faz parte da família B2E, que inclui o Novo Fiesta europeu. Por lá, já começam a surgir as primeiras projeções do futuro Fusion, que diferente daqui, é a origem do nosso Ecosport.

Outra novidade é que o Novo Ecosport deverá utilizar a nova geração de motores Sigma feitos no Brasil e com tecnologia Flex, obviamente. Vamos esperar para ver o quanto este Novo “Eco” vai nos surpreender.

Acima, uma projeção do futuro Ford Ecosport 2012 com frente inspirada no crossover Edge. Será que vai ser assim?

Fonte: Carro Online.

Renault Kanjara: Novo rival do EcoSport deve ser apresentado em Frankfurt


Autor: Moriah Categorias: Renault, SUVs, Salões do Automóvel, Segredos-Flagras

24/08/2009

renault kanjara novo rival do ecosport deve ser apresentado em frankfurt 1 Renault Kanjara: Novo rival do EcoSport deve ser apresentado em Frankfurt

Kanjara. Gostou do nome? Pois então, é como deverá ser chamado o novo utilitário esportivo da Renault, Dacia e Nissan. Ele também será mais um concorrente para o Ford EcoSport no Brasil e Mercosul.

O novo utilitário de baixo custo do grupo Renault-Nissan será fabricado no Brasil em 2010, além da provável produção na Romênia. Batizado de projeto H79, o Kanjara até agora foi flagrado apenas com visual da Dacia, mas a revista tcheca Auto.cz publicou uma renderização da versão Renault.

renault kanjara novo rival do ecosport deve ser apresentado em frankfurt 2 Renault Kanjara: Novo rival do EcoSport deve ser apresentado em Frankfurt

Este pode ser o visual do futuro SUV da Renault por aqui. A versão Nissan provavelmente terá um visual retocado, visando mercados dominados pela marca japonesa. Neste caso, o modelo poderia ser produzido aqui e enviado para o mercado mexicano, onde a Nissan já vende o Logan, rebatizado de Aprio.

A motorização proposta para o Brasil será a 1.6 16V Flex, já utilizada no Logan/Sandero. Baseado em uma plataforma híbrida da Nissan, o Kanjara terá opção de tração integral, além da tração dianteira, que deve dominar as vendas do modelo por aqui.

renault kanjara novo rival do ecosport deve ser apresentado em frankfurt 3 Renault Kanjara: Novo rival do EcoSport deve ser apresentado em Frankfurt

Em uma faixa de preço entre R$50 mil e R$60 mil, o Renault Kanjara deverá abrir caminho para que a marca francesa traga o modelo Koleos, que importado da Coréia do Sul, poderia chegar aqui com um preço bem interessante.

Fonte: Auto.cz via Argentina Autoblog.

Renault terá rival para o EcoSport

Categorias: LANÇAMENTOS, TODAS AS NOTÍCIAS

A Renault vai produzir na fábrica de São José dos Pinhais (PR), a partir de 2011, o utilitário-esportivo de pequeno porte Duster, desenvolvido especialmente para mercados emergentes. O primeiro país a fabricar o modelo, no próximo ano, será a Romênia, na fábrica da Dacia, subsidiária da montadora francesa no leste europeu.

O anúncio foi feito ontem em comunicado distribuído pela matriz da Renault na França. Procurados, representantes da filial brasileira não confirmaram a informação. O Duster será feito na mesma linha de montagem do Logan e do Sandero, os dois últimos lançamentos locais da marca.

Duster (Foto: Divulgação)

Duster (Foto: Divulgação)

O Duster vai concorrer diretamente com o EcoSport, lançado pela Ford em 2003. O modelo desenhado por técnicos e engenheiros brasileiros inaugurou o segmento de utilitários-esportivos de pequeno porte no País.

Classificado pela indústria automobilística como SUV (sigla em inglês para veículos utilitários-esportivos), esse segmento é um dos que mais cresce no País e também é o que apresenta maior oferta de modelos disponíveis. Além do EcoSport, só o Mitsubishi Pajero é feito no Brasil. Os demais são importados.

Na tabela divulgada pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) há 50 modelos classificados como SUVs, quase todos de grande e médio porte. De janeiro a novembro deste ano foram vendidos 150,4 mil utilitários, um aumento de 95% em relação a 2006, primeiro ano em que a entidade passou a divulgar números separados para o segmento.

O EcoSport lidera a lista. Neste ano, até novembro, vendeu 40,3 mil unidades. O segundo é o Hyundai Tucson, com 25,6 mil unidades. O modelo hoje é importado da Coreia do Sul, mas, com o fim da produção naquele país, passará a ser feito na fábrica do grupo Hyundai/Caoa em Anápolis (GO) a partir do ano que vem.

Futuramente, a General Motors também deve produzir localmente um utilitário pequeno, derivado da plataforma Viva (cujo primeiro modelo é o Agile) ou da Onix, ainda em desenvolvimento.

A Renault do Brasil conclui, neste ano, um plano de investimento de R$ 1 bilhão iniciado em 2006 e, segundo fontes da companhia, ainda não definiu novo programa.

De janeiro a novembro, a Renault vendeu no País 106,2 mil veículos, 1% a menos em relação a igual período do ano passado. O mercado como um todo consumiu 2,848 milhões de veículos, com crescimento de 8,5% na comparação com igual intervalo de 2008.

Neste ano, a Renault perdeu o posto de quinta maior em vendas para a japonesa Honda, com 114,8 mil carros e comerciais leves até agora. A marca francesa divide a fábrica do Paraná com a sócia japonesa Nissan e também produz os modelos Scénic e Mégane.

Com R$ 25 é possível consultar procedência do automóvel usado

Para fazer uma bom negócio na hora de comprar um usado, é preciso considerar, além da aparência, aspectos como condições mecânicas e procedência do veículo. Algumas empresas oferecem serviços que permitem reduzir riscos.

Um exemplo é a Checkauto. No site www.checkauto.com.br, é possível consultar se o carro tem restrição legal, se foi roubado, furtado, teve motor adulterado ou envolvido em acidente grave. Esse histórico custa R$ 25 e basta informar a placa.

Na hora da transferência de propriedade, também dá para conseguir um laudo técnico sobre as condições gerais do veículo, que inclui marcações de números de motor, etiquetas e carroceria. O serviço parte de R$ 80 na Linces Vistoria (2541-9404).

Já o laudo de transferência, que confere numeração de chassi e motor e documento e especificações da fabricante, informações apresentadas ao Detran, custa R$ 40.

“A perícia avalia a estrutura e o cadastro do veículo, como carroceria e numerações, além de procedência”, explica Geraldo Lage, gerente da empresa SuperVisão (2295-5950). Lá, o pacote sai por R$ 100 e o laudo de transferência, por R$ 30. Na Plena Visão (3644-9300), o serviço parte de R$ 70 e o laudo, de R$ 40.

FAÇA VOCÊ MESMO - De acordo com o analista técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), Gerson Burin, alguns indícios de irregularidade podem ser observados pelo próprio comprador. “O número do chassi, uma marcação na estrutura do veículo que varia conforme a marca, deve estar intacto.”

VALIDADE - Josué Rios, advogado especialista em direito do consumidor, diz que a vistoria pode virar prova no caso de um processo contra quem vendeu um veículo adulterado. “Se houver comprovação por laudo, dá para negociar descontos ou mesmo a troca.”

FIQUE ATENTO:

- O número do chassi gravado no carro deve corresponder ao do documento. Em geral a marcação fica na estrutura, abaixo do capô, nos assoalhos ou no porta-malas. Isso por variar de acordo com a fabricante;

- Vincos na estrutura têm de estar alinhados. A cor da pintura também deve ser uniforme;

- Ao dar partida no motor, veja se surgem alertas no painel, ruídos estranhos e vazamentos de óleo;

- As marcações do número do motor e do câmbio têm acesso difícil. Ambas precisam ser observadas por especialistas;

- Borrachas dos pedais muito desgastadas combinadas a quilometragem baixa podem indicar adulteração do hodômetro.


Barraca automotiva e carro anfíbio são atrações de feira em SP

A feira “Adventure Sports Fair”, que acontece no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, reúne diversos produtos voltados para o esporte e turismo. Dentre eles, há algumas atrações para quem gosta de se aventurar com o próprio carro, como as barracas automotivas, que de acordo com a empresa Camping’s World, servem para qualquer tipo de veículo.

A responsável pela fábrica, Ilka Rocha Ribeiro, diz que existem três tamanhos e quatro modelos de barraca. “A mais barata parte de R$ 2.509 e a mais completa custa R$ 3.334.”

A barraca serve e qualquer carro, segundo a responsável da empresa (Fotos: Thalita Real)

A barraca serve e qualquer carro, segundo a responsável da empresa (Fotos: Thalita Real)

“A única restrição é para carros conversíveis”, afirma Ilka Ribeiro. Para instalar é preciso ter um rack resistente. Ela também explica que muitas pessoas têm dúvidas em relação ao peso que o equipamento faz no teto do carro. “Não precisa ter preocupação. O peso da barraca é apoiado no rack, que por sua vez joga o peso nas colunas do carro, que são bem rígidas.”

A barraca automotiva demora um minuto para ser montada e agüenta até 300 kg

A barraca automotiva demora um minuto para ser montada e aguenta até 300 kg

CARRO ANFÍBIO

Outra novidade do evento é carro anfíbio off-road. O Argo, importado do Canadá e fabricado pela Ontário Drive & Gear Limited, foi feito para enfrentar trilhas off-road, neve e água.

O modelo oferece versões com seis ou oito rodas e pode transportar até seis pessoas por terra e quatro por água. O preço vai de R$ 30 mil a R$ 137 mil.

A carroceria é toda de plástico para enfrentar diversos ambientes

A carroceria é toda de plástico para enfrentar diversos ambientes

CONSTRUINDO UM CARRO

A Fiat também participa da feira e traz uma novidade interessante, chamada Mio. É um projeto que conta com a ajuda do público para idealizar e criar o terceiro carro conceito da marca no Centro Estilo Fiat Brasil. Quando pronto, o veículo será apresentado no Salão do Automóvel de 2010, em São Paulo.

Para participar, basta acessar o site: http://www.fiatmio.cc/. Todas as sugestões serão consideradas para o protótipo FCC III.

O FCC II, carro conceito da marca, está exposto na feira para estimular a criatividade do público

O FCC II está exposto na feira para estimular a criatividade do público que participará da criação do FCC III

Serviço:

O evento acontece até o próximo dia 13, das 14h às 22h. Mais informações pelo site: www.adventurefair.com.br


Mitsubishi Pajero TR4 2010 muda visual e motor

PAJERO TR-4 - UM CARRO DESSES MERECE UM LINDA CAPA DE ESTEPE!

Modelo tem dois anos de garantia (Fotos: Divulgação)

As linhas da carroceria estão mais arredondadas

(Fotos: Divulgação)


Reestilizado e com novo motor 2.0 flex 16V (agora mais potente), Mitsubishi Pajero TR4 chega em outubro para enfrentar outros utilitários-esportivos, como Kia Sportage, Hyundai Tucson e Ford Ecosport. Além das alterações visuais, com linhas mais arredondadas na carroceria, que podem ser notadas no para-choque, para-lama, capô e faróis , os preços também são outros: partem de R$ 65.550 (nova configuração GLS, mecânica), cerca de mil reais mais barata que a versão básica anterior, e chegam a R$ 71.990 – modelo automático -, R$ 2.500 mais em conta.

O jipinho japonês está com propulsor mais forte, ganhou sete cv a mais que a versão anterior. Com álcool, o carro gera até 140 cv, já com gasolina são 135 cv. De acordo com a montadora, o propulsor também é 5% mais econômico do que o antigo modelo. A marca diz que o veículo chega a fazer até 11 km/l (cidade/estrada).

TRANSMISSÃO - A Mitsubishi oferece o SUV em duas opções de câmbio: manual, de cinco velocidades (GLS e MT), e automático, de quatro (AT). Na transmissão mecânica as duas versões se diferenciam por freio ABS, air bag para passageiro e freios a disco nas quatro rodas – itens encontrados em modelos MT.

Modelo tem dois anos de garantia

Entre as novidades estão: a saída de ar lateral e as rodas de liga leve de 17´´

ON E OFF ROAD - O ZAP teve a oportunidade de testar o modelo automático, que deve ser responsável por 40% da vendas, segundo a marca. No percurso de mais de 20 Km, na região de Itu (interior de São Paulo), deu para sentir que o 4×4 é valente em trilhas. Não há tempo ruim na hora de encarar a lama e os obstáculos de trilha.

Conforme o tipo de terreno, o condutor pode escolher o tipo de tração (4×2, 4×4 contínuo, 4×4 com bloqueio de diferencial e 4×4 reduzida) por meio de uma alavanca de câmbio.

Raio de giro é de 5,2 metros e o ângulo de entrada e saída: 35 graus

Raio de giro é de 5,2 metros e o ângulo de entrada e saída: 35 graus

Para enfrentar pistas secas, como estrada, o modelo não tem o mesmo desempenho. Pisando fundo no acelerador, o TR4 é preguiçoso na resposta. As mudanças de marcha também demoram para acontecer. Há momentos, para se ter idéia, que o carro só muda de marcha depois dos 5 mil giros.

No SUV, apesar de haver lugar para cinco passageiros, quatro vão com conforto (a pessoa que vai no meio do banco de trás não tem encosto de cabeça). O espaço para as pernas é razoável. Para pessoas altas, haverá uma certa dificiculdade para encontrar uma posição mais cômoda.

Outro ponto negativo são as portas traseiras, que não abrem muito e dificultam o acesso. Já a porta do bagageiro pode se tornar incoveniente em alguns estacionamentos, pois abertura é feita para lado direito e não para cima, como no Ford Ecosport. Se o motorista estiver em uma vaga apertada, precisará manobrar o modelo para descarregar o porta-malas.

Porta-malas tem um bom tamanho

Modelo fabricado em Goiás tem porta-malas de um bom tamanho

Para um jipe, a suspenção e a estabilidade são dois quesitos que o TR4 sabe trabalhar bem. A posição de dirigir, assim como a ergonomia são pontos altos do modelo. Há ajustes de altura do banco do motorista e do volante que trazem mais comodidade ao condutor. O utilitário também tem um bom porta-malas. São 500 litros (50 a mais que o Ecosport); com o banco traseiro rebatido a capacidade aumenta para 1.455 l.

O acabamento interno não chama muita atenção. O design do painel não é tão moderno e a finalização, apesar de não haver rebarbas, é toda de plástico. O revestimento escuro dos bancos traz um ar mais sério, além de ser bom na hora da limpeza.

Por dentro, a montadora redesenhou o painel e mudou também os revestimentos dos bancos

Por dentro, a montadora redesenhou o painel e mudou também os revestimentos dos bancos

MERCADO – O TR4, modelo de entrada da marca, é responsável por 25 % das vendas da Mitsubishi no Brasil. A fabricante espera vender mil unidades por mês. Além do SUV, a marca deve lançar até o dia 15 de outubro mais dois carros. Ainda não há outras informações. Para o último trimestre de 2010, a montadora adianta que haverá um novo projeto.

**o jornalista viajou a convite da montadora

Festival Brasil Off-road - 2009

De 23 a 25 de outubro 2009, Centro de Exposições Imigrantes, São Paulo - SP, 2009 será um ano inesquecível para o fora-de-estrada brasileiro, pois registrará a evolução magistral do setor no VI Festival e Expo Brasil Off-Road, a ser realizado no Centro de Exposições Imigrantes, disputado pólo de eventos paulistano, atestando assim a importância e o status que o universo 4x4 conquistou.
O Festival Brasil Off-Road é o evento que estabeleceu o conceito fora-de-estrada no Brasil, e formatou essa categoria como um autêntico símbolo de liberdade.
O off-road como modalidade esportiva e de lazer teve inicio nos Estados Unidos logo após o término da 2ª Guerra Mundial.
Em seguida, foi a vez da Europa e não demorou muito para que todos os continentes se encantassem com as possibilidades que só o fora-de-estrada proporciona.
No Brasil, esta paixão começou com as atividades realizadas por clubes e associações, que transformaram o 4x4 em um estilo de vida. Focado no perfil desse seleto público, em 1997 surgiu a primeira edição do Festival Brasil Off-Road, que, de maneira inovadora, aproximou fabricantes de clientes e apaixonados pelo estilo.
Em 1998, atestou-se a segmentação de um mercado específico, despertando o interesse da imprensa e obtendo retorno de mídia espontânea (impressa e eletrônica) de R$ 1,5 milhão.
Os off-roaders de todo o País compraram a idéia de um megaevento, que agrega todas as tendências desse fabuloso universo.
Em 1999 o resultado foi ainda melhor com retorno de R$ 3 milhões em mídia. Além do aspecto comercial, o Festival de 2001 destacou-se pelo nítido interesse em informar e valorizar o uso correto dos veículos 4x4, equipamentos e acessórios.
No ano de 2003, o evento adquiriu proporções ainda maiores e recebeu visitantes de vários países, que elegeram o Festival como o maior encontro off-road da América Latina.
Maiores informações visite o site: http://www.brasiloffroad.com.br/index.asp

ATRAÇÕES SIMULTÂNEAS

Endurance Brasil Off-Road
Endurance é uma prova de resistência, habilidade, com alto nível de dificuldade, que exige muita sinergia e companheirismo. É realizado em área externa, com a largada e a conclusão dentro do evento.
Raid Brasil Off-Road
Raid é a modalidade mais tradicional do off-road. É uma prova de regularidade com percurso de mais de 100 quilómetros. Grande parte do trecho de um raid é composto por trilhas com acesso possível apenas aos carros com tração 4x4 e suspensão especial. Serão abertas 120 inscrições. Também é realizado em área externa, apenas com a largada e chegada na arena do Festival.
Indoor - categorias Força Livre e Originais
A modalidade Indoor é uma das mais emocionantes do fora-de-estrada. Trata-se de uma corrida realizada em um circuito fechado, na arena do Festival, onde os veículos largam e correm contra o cronômetro. A equipe que percorrer toda a pista no menor tempo é a vencedora. Serão abertas 60 inscrições.
Encontro Nacional de Jipe Clubes
São aguardados representantes de Jipe Clubes de todos os estados do Brasil, que se reunirão em área de 400 m², especialmente preparada.
Exposicão de Veículos antigos e militares
Test drive em pista exclusiva


Gigante escocês Land Rover Discovery 4 chega ao Brasil no fim do ano

Edimburgo, Escócia - Um furioso gigante foge para a floresta em meio a pedras e troncos de árvore, lança-se em abismos de lama e misteriosamente submerge na água gelada. Estamos na Escócia, mas não falamos do Monstro do Lago Ness e, sim, do Discovery 4. Ao contrário da mítica criatura aquática, o novo Land Rover existe. E faz tudo isso e muito mais.

(Fotos: Marco Antônio Rocha/ Ag. O Globo)

(Fotos: Marco Antônio Rocha/ Ag. O Globo)

O primeiro contato com o jipão - que chega ao Brasil no fim deste ano - não é dos mais amistosos: o volante do lado direito parece sorrir ironicamente, desafiando para uma volta em mão inglesa. Antes de pôr o pé na estrada, damos uma boa olhada no interior do automóvel. Os bancos dianteiros e o volante têm ajustes elétricos, os detalhes de madeira são de primeira e as forrações de couro bege impressionam - difícil até para os mais detalhistas encontrar uma costura fora do lugar. Coisa fina.

O número de botões diminuiu sensivelmente sem, no entanto, que o modelo seja mais simples que o antigo -muito pelo contrário. E é exatamente isso o que estamos prestes a descobrir. Falta, agora, apenas ligar o GPS que nos conduziria com perfeição: a cada trecho mais complicado, uma simpática portuguesa nos ensinaria o caminho. Vamos chamá-la de Luisa, em homenagem à mãe deste que vos escreve.

SUSPENSÃO FIRME E CONFORTÁVEL - Nossa jornada de 195 km por terras escocesas começa assim, numa mistura de curiosidade e receio de guiar pelo “lado errado” da pista. Saímos em direção ao interior do país, por estradinhas de mão dupla bem asfaltadas e estreitas, onde mal cabem dois carros. Melhor, então, maneirar na condução. A eficiência do silencioso V8 5.0 e a suspensão (tão firme quanto confortável), porém, pedem uma tocada mais agressiva. Hesitamos, mas nos rendemos ao apelo da máquina.

land-rover-interno

A direção leve tem relações variáveis: quanto mais rápido o Discovery 4 vai, mais firme o volante fica. O controle de estabilidade também não faz por menos e, como um anjo da guarda, entra em ação ao menor sinal de perigo. Por via das dúvidas, os freios foram aperfeiçoados.

Curva após curva, vamos cortando o tapete negro, até que nos deparamos com uma picape no sentido contrário. A única alternativa é desviar para a esquerda, onde encontramos uma valeta. No mesmo instante, o controle de estabilidade corrige a direção do bicho, mantendo-o no prumo. Um carro qualquer não faria o mesmo, e seguimos adiante com uma certeza: provocar um acidente sério a bordo deste jipão é para mestres na arte de fazer besteira.

Quilômetros depois e mais confiantes, ouvimos a ordem de Luisa: “Em 500 metros, vire à esquerda”. Mas ali não há asfalto, só terra e água! A diversão vai começar para valer. A quantidade de lama e o precipício que nos levaria até ela são intimidadores. Está na hora de acionar a reduzida, que seguraria o Discovery 4 até lá embaixo com apenas três rodas no chão e uma no ar. Diferentemente do que acontece em 4×4 de outras marcas, não é necessário fazer mais nada: um sistema controla o freio e o acelerador, cabendo ao motorista a angustiante tarefa de esperar. A força é absurda, e logo mergulhamos na água suja até o capô.

Há cinco configurações eletrônicas para diferentes pisos: asfalto; grama e neve; areia; rochas; e lama. É esta que escolhemos, avançando num cenário típico do “Jurassic Park”. A suspensão pneumática dá uma forcinha, subindo e descendo de acordo com o terreno.

land-rover-frente

CORRENTEZA, PARA ELE, É POÇA - Entre o nada e o lugar algum, Luisa se cala. Ela nos deixou nesta situação, o jipão haveria de nos tirar… Em poucos minutos, estamos diante de um rio com 20 m de largura, e o bichão encara a parada como se a correnteza não passasse de uma poça. Mais à frente, uma ponte estreita nos separa da volta ao asfalto. É para situações assim - e manobras urbanas - que existem quatro câmeras que enviam à tela do painel as imagens externas.

Perguntamo-nos quantas pessoas farão metade disso com seu Discovery. As mudanças visuais podem, erroneamente, reforçar a forma como muitos motoristas veem os 4×4. Neste caso, os plásticos foscos que atribuíam rusticidade à terceira geração (2005-2009) deram lugar a mais tinta e linhas menos abrutalhadas.

Porém não se engane: trata-se de um jipe que pode levar sete pessoas e esbanja conforto no asfalto, mas que nasceu para aventuras longe dele. Usá-lo para ir ao shopping e buscar crianças na escola é criar o Monstro do Lago Ness num aquário.

FICHA TÉCNICA:

Preço: Não decidido

Origem: Inglaterra

Motor (opção 1): A diesel, V6, 24v, biturbo, 2.993 cm³, potência de 248 cv(a 4.000rpm) e torque de 61,2kgfm (a 2.000rpm)

Motor (opção 2): A gasolina, V8, 5.000cm³, 32v, potência de 380cv (a 6.500rpm)e torque de 51,8kgfm(a 3.500rpm)

Transmissão: Integral com diferencial central. Câmbio automático de seis marchas

Suspensão: Independente, com molas pneumáticas

Pneus: 285/55 R19

Dimensões: 4,83m (comp.); 2,89m (entre-eixos); 2.583kg

Desempenho: 0-100km/h: 9,6km/l; máx.: 180km/h (diesel)

Consumo médio: 10,5km/l (diesel)

*O repórter viajou a convite da Land Rover

Novo site! Mercadorianet dá um "up-grade" na loja virtual, confira!

Quando resolvemos divulgar nossos produtos na internet, iniciamos na rede com um site simples para que as pessoas pudessem ver alguns serviços e ter uma idéia do que era possível fazer em uma capa de estepe, mostrar nossa tecnologia.

O tempo passou e sentimos a necessidade de transformar aquele site em uma loja virtual, onde o visitante e cliente já pudesse escolher algum produto e fazer o pedido, com isso assim já surgem algumas facilidades como parcelar com cartão de crédito ou pagar com boleto, tudo muito seguro, administrado pelo sistema PAGSEGURO que é nosso parceiro, sitema do maior provedor de internet do Brasil - UOL.



Após um bom tempo no ar, nosso site com mais de 150.000 (cento e cinquenta mil) visitas já pedia uma repaginada, foi quando decidimos neste mês de setembro colocar um site mais bonito e com alguns novos recursos.

Agora o cliente e visitante pode tirar suas dúvidas entrando em contato com nosso atendimento via chat no próprio site ou ainda nos chamando pelo skype direto do site, ficou muito mais fácil esclarecer as dúvidas, muito mais ágil!

Incluimos alguns banners laterais para anunciantes e também parceiros que queiram divulgar algum evento, produto ou algo de interresse de nossos clientes.

Caso você tenha interesse em fazer uma divulgação entre em contato conosco, teremos grande satisfação em atendê-lo(a).

Esperamos que gostem do novo site, estamos abertos a sugestões que nos ajudem a melhorar.

WWW.MERCADORIANET.COM.BR


Att. Octávio Augusto
Gerente de vendas
MERCADORIANET
octavio@mercadorianet.com.br

MATÉRIA NO PROGRAMA AUTO ESPORTE DA REDE GLOBO - CAPAS PARA ESTEPE PERSONALIZADAS VIRAM MODA!!!!

No domingo dia 02.08.2009 foi ao ar no programa Auto Esporte da Rede Globo uma matéria sobre as capas de estepe personalizadas que viram moda no Brasil, o site MERCADORIANET cria moda há alguns anos!!

Anos atrás nós começamos a fazer capas para estepe toda preta, logo surgiu a idéia de colocar algum desenho ou frases, aproveitar aquela área para fazer um diferencial no veículo ou até mesmo uma propaganda, porém era tudo muito limitado, começamos a fazer isso com a ultrapassada técnica de silk-screen, isso limitava muito o serviço além de ter um custo alto para serviços personalizados.

Foi quando descobrimos uma nova técnica, estampar à laser!!!!! INOVAMOS!!!!! CRIAMOS!!!! HOJE NÃO TEMOS MAIS LIMITES, podemos fazer qualquer estampa, foto, efeitos 3D, o cliente inventa e nós realizamos!!

Utilizamos material de qualidade, não usamos lona ou vinil, NOSSAS CAPAS SÃO CONFECCIONADAS EM COURO SINTÉTICO, 65% PVC E 35% POLIÉSTER, COSTURAS DUPLAS, CINTA ELÁSTICA SUPER RESISTENTE, FÁCIL COLOCAÇÃO DA CAPA NO PNEU, FORRAÇÃO INTERNA, LOCAL PARA COLOCAÇÃO DE CABO DE AÇO E CADEADO E TAMBÉM SAÍDA DE ÁGUA. REALIZAMOS ESTAMPA À LASER DIRETO NO COURO (SINTÉTICO) PROTEGIDA COM VERNIZ ESPECIAL.

Compre com quem entende do assunto, aguardamos seu contato.

ASSISTA A MATÉRIA DO AUTO ESPORTE

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Carros | Longa duração
Ford Ecosport XLS 1.6
Agosto 2005

Ford Ecosport XLS 1.6

Parceiro de andanças, nosso Eco passa por seu mais minucioso exame

Por Adriano Griecco / fotos: Sérgio Chvaicer
Lista de matérias por data:

ALTERAR O TAMANHO DA LETRA

Classificar o EcoSport como um fora-de-estrada seria exagero. Mas, levando em conta os carros que avaliamos nesses quase 33 anos do teste de Longa Duração, ele é um dos que mais se aproxima dessa definição. Até então, tínhamos nos aventurado nesse terreno com uma Belina 4x4, que se despediu na edição de março de 1987, e com uma picape F1000 diesel com tração nas quatro rodas, desmontada na edição de julho de 1997.

O jeito aventureiro de ser do Eco inspirou nossas pautas desde o dia em que se integrou à frota, em 10 de outubro de 2003. Ainda cheirando a novo, nas mãos do jornalista Henrique Skujis ele partiu para 12000 quilômetros de um roteiro que incluiu as montanhas do Parque Nacional Torres del Paine, no Chile, as sinuosas estradas dos Andes e a península Valdés, na Argentina. Depois de 23 dias de aventura, com exceção do ar-condicionado, que parou de funcionar no meio da viagem, o carro não apresentou problemas.

Pelo espírito aventureiro, dois pontos mereceram desde sempre nossa atenção: direção e suspensão. E, nesses quesitos, o Eco apresentou boa performance. Segundo Fábio Fukuda, técnico da oficina paulista Fukuda Motorcenter, os terminais de direção e suas barras axiais estavam sem folga, assim como a caixa de direção e a coluna. Constantemente exigidos, os amortecedores se apresentaram ainda com carga e as buchas da suspensão não mostraram desgaste excessivo.

Com quase 30000 quilômetros, o Eco passaria por outra aventura, conduzido pelo jornalista Nelson de Almeida Filho. Foi um bate-e-volta, saindo de São Paulo, passando por Atibaia (SP), com chegada em Monte Verde (MG). Ao final, ele recebeu elogios pelo trabalho da suspensão, mas ficou devendo em subidas e terrenos acidentados, onde os batentes dos amortecedores anunciavam que brincadeira tem limite. Até a metade de sua vida útil por aqui, seus problemas eram um rangido na alavanca de câmbio por pouca lubrificação, o botão do farol de neblina que emperrava, a avaria do ar-condicionado, além de um mal que o acompanharia para sempre, os ruídos internos.

Depois de rodar em estradas não pavimentadas, foi justamente no asfalto que o Eco obrigou o editor Sérgio Ruiz a acionar o Ford Mobility, serviço de assistência da fábrica. O carro parou na serra entre Maresias e Boiçucanga, depois de um colapso na embreagem. Consideramos a quebra prematura, mas a Ford contra-argumentou que a causa do defeito foi má utilização do sistema. Na época, teríamos de desembolsar 1268 reais pelo conserto, que foi coberto pela garantia. No desmonte, pudemos observar que o disco de embreagem apresentava desgaste compatível com os 25000 quilômetros rodados, porém o platô da embreagem tinha molas danificadas e com alturas irregulares, e o rolamento mostrou desgaste acentuado. Boas pistas para explicar a dureza do pedal ao final do teste. Ainda assim, o câmbio não demonstrou problema: tanto engrenagens como anéis sincronizados não davam sinais de fadiga.

Quem acompanha a vida de nosso Eco deve se lembrar de uma "arritmia" do motor aos 33000 quilômetros, causada por defeito nos cabos de vela. No desmonte, constatamos que a carbonização da câmara de combustão e das cabeças dos pistões condizia com a quilometragem. A compressão dos cilindros estava dentro dos valores estipulados pelo fabricante, mas as válvulas de escape já apresentaram assentamento deficiente. O fato poderia ocasionar, a longo prazo, fuga dos gases da câmara de combustão e perda de rendimento no motor. As outras medições feitas, como folgas nos cilindros e no virabrequim, não demonstraram desgaste prematuro dos componentes.

Durante os 60000 quilômetros em que o Eco esteve conosco, a maior reclamação dos usuários se referia ao ruído na cabine. Pudemos notar que a porta dianteira direita estava desalinhada e com vão na parte superior. Tal constatação nos leva a crer que as dobradiças cederam, o que também aconteceu na porta traseira. No mais, a carroceria apresentou-se em boa forma e sem problemas de vedação. Já não se pode dizer isso do acabamento interno. Não foram poucas as vezes em que a parte interna da tampa traseira soltou. Para resolver o problema, um dos concessionários utilizou feltro nos pinos de fixação e nas bordas do revestimento da porta de trás (veja quadro). O mesmo foi notado na porta dianteira esquerda. Na tentativa de abafar o barulho, uma boa quantidade de espuma foi usada. Ainda assim, os barulhos perduraram até o final do teste.

O freio também executou seu solo na indesejada sinfonia. Segundo Fukuda, o EcoSport chegou à oficina com ruído acima do normal. As pastilhas de freio estavam em bom estado - foram trocadas na revisão dos 45000 quilômetros -, mas os discos apresentaram uma diferença anormal de espessura entre si (0,7 milímetros), embora dentro da tolerância da fábrica, o que poderia explicar os ruídos.

Comparando o Eco com nossos últimos desmontes - Stilo e Fit -, ele apresentou mais ocorrências durante nossa convivência. O acabamento interno continua sendo um ponto a melhorar. Outro item que merece consideração é o redimensionamento da embreagem. Por outro lado, motor, câmbio e suspensão se mostraram adequados à proposta do carro, que convida a uma utilização que vai além das estradas pavimentadas. Assim como nós fizemos.

BALANÇO

Data da compra:
outubro de 2003

Preço de compra:
42800 REAIS

Preço de venda:
40500 REAIS

Final do teste:
junho DE 2005

Quilometragem
total: 60979 KM

Consumo total:
6267,79 LITROS

Consumo médio:
9,7 km/l
Óleo: 20 litros

CUSTOS

Combustível:
13546 reais

Óleo: 280 reais

Peças: 2238 reais

Mão-de-obra:
1564 reais

Total: 17628 reais

Custo/km: 0,29 real

MAIS NÚMEROS

43 motoristas

26 viagens

26600 km em estradas

34380 km em trechos urbanos

FONTE: QUATRO RODAS

http://quatrorodas.abril.com.br/carros/duracao/conteudo_140450.shtml

LANÇAMENTO - JOGO DE TAPETES TUNING - MERCADORIANET